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Em directo. Morreu um bombeiro que estava ferido, aumenta para 63 o número de mortos 

Há ainda dezenas de deslocados, estando por calcular o número de casas e viaturas destruídas.

  Europa em silêncio pela tragédia em Portugal

As reuniões dos ministros do Ambiente e dos responsáveis pelos Negócios Estrangeiros começaram em silêncio esta segunda-feira, no Luxemburgo, em homenagem às vítimas dos incêndios em Portugal e aos ataques em Londres e no Mali. Também em Bruxelas há bandeiras a meia haste nos edifícios da Comissão Europeia e do Parlamento.

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  Algo falhou, diz especialista

Paulo Fernandes, especialista em incêndios e gestão de floresta, não assina a tese de que se fez tudo o que foi possível fazer em Pedrógão Grande: algo falhou em Pedrógão porque “todos os incêndios começam pequenos”

  Presidente de Timor apresenta condolências a Portugal

O Presidente da República timorense manifestou hoje o seu pesar e solidariedade com as vítimas dos fogos que têm assolado a zona de Pedrógão Grande e de outras localidades do centro de Portugal.

“É com tristeza que acompanhamos as notícias dos fogos que ocorreram em Pedrógão Grande. Em nome do Estado e do povo de Timor-Leste quero expressar as nossas sentidas condolências às famílias enlutadas e a nossa solidariedade com o povo irmão de Pedrógão Grande”, disse Francisco Guterres Lu-Olo num comunicado divulgado ao final da noite, hora local, em Díli.

  Há um francês entre as vítimas dos incêndios de Pedrógão Grande

Uma das vítimas mortais dos incêndios de Pedrógão Grande é um cidadão francês.  A informação foi divulgada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros francês.

“O centro de crise e apoio à nossa embaixada em Paris e em Lisboa estão mobilizados para prestar todo o apoio necessário aos familiares. Estamos totalmente solidários”, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros, que não avança para já detalhes sobre a identidade desta vítima.

  Número de mortos aumenta para 63. Morreu um bombeiro de Castanheira de Pêra.

Faleceu um dos cinco bombeiros que estava internado em estado grave na sequência do combate aos incêndios em Pedrógão Grande. O bombeiro em causa, Gonçalo Conceição, pertencia à corporação de Castanheira de Pêra, tinha 40 anos, era casado e tinha um filho. Morreu no Hospital de Coimbra. Dois outros bombeiros continuam internados em estado grave. A informação foi avançada aos jornalistas pelo presidente da Liga dos Bombeiros, Jaime Marta Soares.

  PJ de Vila Real detém suspeito de fogo posto

A Polícia Judiciária de Vila Real deteve um homem de 17 anos “fortemente indiciado” de ter ateado um incêndio florestal em Vila Real.

O fogo ocorreu no último sábado, 17 de abril, por volta das 19:00, e consumiu uma área de mancha florestal composta maioritariamente por mato e eucaliptos.

Segundo o comunicado da PJ, o suspeito, estudante, vai ser presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação.

Este ano, a Polícia Judiciária já identificou e deteve 19 pessoas pela prática deste crime.

  EDP está a construir 130 quilómetros de rede destruída pelo fogo

A EDP Distribuição está a construir 130 quilómetros de rede elétrica destruída na sequência dos incêndios que afetam vários concelhos do centro do país desde sábado.

“Estamos a proceder à construção de cerca de 50 quilómetros de rede de baixa tensão. Não se trata de reparar a infraestrutura, estamos a construir de novo”, refere uma informação escrita enviada pela empresa à agência Lusa, destacando que, “após este trabalho, é necessário refazer as ligações a cada uma das casas nos locais em que estas se encontram destruídas”.

Entretanto, já foram ligados dez geradores em postos de transformação que arderam e existem outros quatro parqueados nos locais dos incêndios para acudir a situações novas.

  Floresta tem que se adaptar a um interior despovoado

É preciso adaptar o ordenamento florestal e a valorização de uma atividade económica às novas condições de abandono do interior e às alterações climáticas, defendeu esta segunda-feira Helena Freitas, coordenadora da unidade de missão para a valorização do interior.

Para esta especialista na área da Ecologia, “não havendo gente [no interior], temos de viabilizar uma floresta mais adaptada a essa realidade e contar com associações que façam uma gestão viável”, realçando que “o que correu mal” no incêndio iniciado em Pedrogão Grande, que causou 62 mortes, “é o que corre mal há décadas”.

  Misericórdia de Pedrógão Grande acolhe 80 idosos evacuados de várias aldeias

Cerca de 80 habitantes de aldeias de Pedrógão Grande evacuadas devido às chamas foram acolhidos nas instalações da Santa Casa da Misericórdia.

Os 80 habitantes destas aldeias, na sua maioria idosos, juntaram-se aos 83 utentes do lar e aos 32 utentes da Unidade de Cuidados Continuados da Santa Casa. João Marques, o director desta unidade, disse à Agência Lusa que está a ser possível dar resposta a todas as necessidades, incluindo a aquisição dos medicamentos que as pessoas obrigadas a deixarem as suas casas não conseguiram trazer consigo.

  Bombeiros pedem suspensão das doações

O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses apela à população para que suspenda, por enquanto, a dádiva de bens alimentares e medicamentos, na sequência do incêndio que deflagrou sábado em Pedrógão Grande. Segundo Jaime Marta Soares, todos os ‘stocks’ estão lotados.

“Agradecemos do fundo do coração mas não recolham mais alimentos para entrega enquanto não houver uma nova comunicação da Liga dos Bombeiros Portuguese, caso volte a haver necessidade”, disse Jaime Marta Soares

  Mais de 2 mil operacionais combatem o fogo em três distritos

1.124 operacionais, apoiados por 352 viaturas e dez meios aéreos combatem neste momento o fogo em Pedrógão Grande, no distrito de Leiria, segundo dados da Protecção Civil.

Além de Pedrógão Grande, existem outros quatro grandes fogos a lavrar nos distritos de Leiria, Coimbra e Castelo Branco, mobilizando um total de cerca de 2.150 operacionais, 654 veículos e 16 meios aéreos.

  Incêndios provocarem 135 feridos, sete em estado grave

O incêndio que deflagrou no sábado em Pedrógão Grande causou até ao momento 135 feridos, entre os quais 121 civis, 13 bombeiros e um militar da GNR, revelou à Lusa o presidente do INEM. Entre os 135 feridos, há sete em estado grave: cinco bombeiros voluntários e dois civis. A maioria recebeu assistência no local mas 28 tiveram que recorrer ao hospital. O INEM tem no terreno 32 elementos apoiados por dez viaturas.

  24 vítimas identificadas

Já foram identificadas 24 das 62 vítimas mortais dos incêndios de Pedrógão Grande e dos concelhos vizinhos. A informação foi dada pela ministra da Administração Interna que revelou que nenhuma das vítimas identificadas até agora é estrangeira.  O trabalho de identificação está a ser feito pelo Instituto de Medicina Legal.

  Marcelo no teatro de operações

O Presidente da República prestou, pouco antes das 14h00, declarações aos jornalistas. Em Avelar, no concelho de Ansião, onde foi montado o centro de comandos das operações, Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que a “situação evoluiu” face à sua primeira visita aos locais afectados.

Destacou que há uma grande “estrutura e uma mobilização de meios” num combate que é “imprevisível”.

mais de 1000 pessoas envolvidas nesta operação. “Está a ser feito tudo o que é necessário, com os meios disponíveis”, afirmou. “Sejamos realistas, o que está a ser feito está a ser feito com critério e organização, mas significa que há a noção de que as próximas horas, e esperemos que não os próximos dias, serão ainda de desafio.”

O número de vítimas mortais “estabilizou” (62 mortos).

Marcelo disse ainda que, “neste momento, a prioridade” não é discutir eventuais causas ou responsabilidades políticas. Depois da emergência, haverá “todo o tempo do mundo” para esse debate e para as “interrogações e angústias” de que Marcelo falou no domingo, no seu discurso ao país.

  O fogo matou os familiares do sr. Manuel

O sr. Manuel é um dos moradores do lugar de Nodeirinho que perdeu familiares no incêndio do passado sábado, em Pedrógão Grande. A foto é de António Cotrim, da Agência Lusa.

A Renascença percorreu esta manhã as ruas de Nodeirinho e encontrou um cenário devastador. Onze habitantes deste pequeno lugar morreram no incêndio que lavra desde sábado naquela zona

  Passos diz que é cedo para avaliação política

O líder do PSD considera que não se pode desdramatizar as consequências do incêndio que deflagrou em Pedrógão Grande embora defenda que ainda é cedo “para fazer uma avaliação política”.

No final de uma reunião com o presidente da Autoridade Nacional de Proteção Civil, Pedro Passos Coelho salientou que a tragédia ocorrida na sequência do incêndio que já causou 62 mortos “não tem paralelo em Portugal e, por essa razão, não faz sentido desdramatizar a situação”.

  Presidente da República de regresso ao cenário dos incêndios

Marcelo Rebelo de Sousa já chegou a Avelar, no concelho de Ansião, e encontra-se no centro de comando de operações.

  Ainda há verde

Mais de 90% da área florestal de Pedrógão Grande ficou reduzida a cinzas.

Esta é uma das poucas zonas em que o verde permaneceu na localidade de Tojeira.

  Início do período crítico de incêndios em Maio?

O ex-presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses defendeu o alargamento do período crítico de incêndios florestais, considerando que deve começar em maio, uma vez que o actual dispositivo “não corresponde à realidade de hoje”.

“O actual dispositivo com quatro estados: alfa, bravo, charlie e delta têm apenas a ver com um modelo meteorológico e climático que já não corresponde à realidade de hoje. O risco potencial em condições meteorológicas de referência estão hoje caracterizados num período muito mais dilatado, que vai de maio a Outubro”, disse à agência Lusa Duarte Caldeira, investigador da área da protecção civil.

  Médicos dispostos a ajudar

Mais de uma centena de médicos voluntariou-se para ajudar as vítimas dos incêndios na zona centro do país e também os médicos militares lembram que estão disponíveis e têm preparação específica neste tipo de cenários.

“É um momento especial em que o país tem de mostrar uma grande solidariedade. É uma verdadeira catástrofe de graves dimensões com perda de vidas e consequências psicológicas para as famílias”, comentou o bastonário.

  Europa em silêncio pela tragédia em Portugal

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Sorgente: Em directo. Morreu um bombeiro que estava ferido, aumenta para 63 o número de mortos – Renascença

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